quinta-feira, 5 de junho de 2008

Em 2007 fiz algumas viagens muito bonitas, mesmo estando a trabalho, aproveitei o melhor que cada lugar poderia me oferecer. Fotografei muito, conheci pessoas muito interessantes, despojadas, sem muitos problemas comuns às pessoas que vivem em grandes centros como eu, mas que têm uma noção muito clara das prioridades da vida, seja através da religião, seja através do bom senso tão comum às pessoas simples. Em cada lugar que visitei, conversei com pessoas de todos os tipos e todas me impressionaram pela capacidade de demonstrar afetividade sendo discretas, pela generosidade desprovida de interesse, pela facilidade de entender que tudo o que o visitante deseja é encontrar um local, pedir uma informação, localizar uma pessoa, e receber de volta um sorriso simpático, uma tentativa de ajuda, uma curiosidade ao perceber que você vem do Rio de Janeiro, essa cidade que vive no imaginário das pessoas, seja através da TV e das revistas, seja através do "ouvi falar que lá é muito bonito, mas é muito perigoso", mas todas querendo correr todos os riscos para conhecer esse lugar quase místico que é a Cidade Maravilhosa.

Nenhum comentário: